25 fevereiro 2010

Eu vou deixar o som me levar, entrar pelos ouvidos e fluir, vibrar. Quero a batida que me deixe em transe,que me faça entrar em levitação por frações de segundo. Que mecha comigo á ponto de balançar o corpo de um lado para o outro. Eu quero é aproveitar essa psicodelia,eu quero deixar isso percorrer em minhas veias e por um segundo, esquecer todos esses problemas.
Sem modéstias, sem esse padronizamento todo, sem esse modo culto de ser,nessa hora vale tudo. Vale tudo pra esquecer tanta merda já escutada, tanta ladainha. Tanta pocaria que acontece mundo á fora. Quero segurar todos os problemas e no clímax dessa eletricidade, sacar eles para que vão para o mais alto,aonde ninguém possa encontrar, e cair nessa movimentação louca, nesse mar de loucos iguais á mim. Nada melhor que uma boa batida, Life is a beat

23 fevereiro 2010

Eu queria não me limitar á ser eu mesma. Sem temer alegrias,sem temer tristezas. Mas não,eu sou simplesmente eu mesma,com meus limites em ser,e meus temores. Isso nem o tempo muda!
Eu tenho curiosidade de saber como é conviver comigo,como deve ser bom olhar nos meus olhos,tentar me entender,como deve ser bom se aconchegar nos meus braços,me magoar e depois me pedir perdão. Triste o fato de que,estou presa dentro de mim, controlando ou tentando controlar esse emaranhado de emoções, de decepções. E espero encontrar uma alma que me complete,e me mate essa vontade de enchergar o "meu eu". Me faça libertar-me de mim.
É tão complexo as pessoas serem abstratas. Porque eu não sei se a minha mente é um reto-projetor,que projeta as pessoas de uma forma que só eu posso ver. Eu também não sei se elas mudam completamente, ou se eu que sou desatualizada.
Talvez eu seja diferente, talvez hajam bilhões de pessoas que pensem a mesma coisa. No final das contas, somos os mesmos,pensamos como um todo. Mas estamos longe um do outro,não temos próximos pessoas com sentimentos tão raro para compartilhar. Se você tiver, você é uma pessoa de sorte. Quem me dera encontrar alguém que sente a mesma coisa que sinto (...)
Eu sou um mistério,eu sou misteriosa, meu olhar é a dedução. Acredito na teoria do "pode ser",e não sou do padrão, do tipo que é só sim ou não.